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O formato de 8 horas de trabalho realmente é o ideal?

Modelo das 8 h até as 18 h pode não ser mais o melhor, quando se tratar de novos formatos e novos perfis de profissionais

Você sabe como surgiram as tradicionais oito horas de trabalho? Esse tempo investido no serviço e que floresce nos trabalhadores sentimentos de amor e ódio, ocupa não só grande parte do nosso dia, como também da nossa vida. Afinal, em média, passamos ao longo dela mais de 90.000 horas trabalhando. São 3.750 dias, 535 semanas ou 10 anos trabalhando. Seja sincero, isso faz sentido para você? Nosso blog desvenda essa questão.

Como surgiram as oito horas diárias de trabalho? Esse formato cotidiano teve origem na Revolução Industrial. No final do século XVIII, com o objetivo de ampliar os lucros, as fábricas começaram a funcionar sem parar. O regime de trabalho chegou a ser 24 horas/7 dias da semana. Isso se refletiu nos trabalhadores, que começaram a trabalhar entre 10 e 16 horas.

Obviamente esse formato não se sustentou por muito tempo e quando Robert Owen, um dos grandes empresários da indústria têxtil, começou uma campanha para que as escalas de trabalho não durassem mais de 8 horas por dia, o mercado começou a mudar. O slogan do movimento era “oito horas de trabalho, oito horas de lazer, oito horas de descanso”.

Em 1914, a Ford Motor Company não apenas quebrou esse paradigma e implementou as oito horas, mas também dobrou os salários dos funcionários. O resultado? A produtividade desses trabalhadores aumentou mesmo com menos horas de trabalho. A margem de lucro da Ford aumentou no período de dois anos. Isso incentivou outras companhias a adotarem um padrão de oito horas para os seus empregados. Um século depois estamos todos aqui vivendo na rotina de trabalhadores de fábricas.

Formato é adequado no contexto atual?

No texto Técnica Pomodoro: essa ferramenta pode alavancar sua produtividade mostramos uma forma de concentração que promete melhorar a organização e a eficiência, quando se distribui melhor as tarefas ao longo da jornada de trabalho.

É fato que hoje existem estudos e pesquisas que auxiliam profissionais a entenderem e, assim, buscarem maneiras de melhor atingir seus objetivos, de forma congruente.

O mercado de trabalho mudou com o avanço da tecnologia e as novas gerações, que foram ganhando espaço. Além disso, novos tipos de trabalho foram surgindo, longe das indústrias que ditavam as regras anteriormente. Por isso, o padrão vigente na maior parte das empresas está defasado.

Criatividade, energia e tempo

Como se mede a criatividade e a eficiência, em minutos ou em horas? É justa essa matemática? Em muitos empregos, prazos e metas fazem parte do escopo cotidiano de muitos funcionários. No entanto, é muito comum que fatores externos e internos da vida das pessoas respinguem na criatividade e na ação e, dessa forma, temos dias mais ou menos produtivos. Por isso, não é absurdo afirmar que a quantidade de horas trabalhadas todos os dias é pouco importante na economia criativa de hoje.

Segundo o autor Tony Schwartz, CEO e fundador do The Energy Project, uma empresa de consultoria que ajuda indivíduos e organizações a resolver problemas intratáveis e agregar mais valor ao mundo, o foco correto está na sua energia. “Administre sua energia, não seu tempo”, diz ele.

Para Schwartz, como seres humanos, temos quatro tipos de energia para administrar todos os dias:

1. Sua energia física  —  Quão saudável você está?

2. Sua energia emocional  —  Você está feliz?

3. Sua energia mental  —  Você está conseguindo se concentrar?

4. Sua energia espiritual  —  Por que você está fazendo tudo isso? Qual o propósito?

Diferente de como eram tratados os trabalhadores há 100 anos, na ideia do profissional ser a base para operar as máquinas (como se fossem objetos e ferramentas), nos dias de hoje, os objetivos não são sempre lineares, o que diverge da necessidade de uma estrutura de trabalho engessada. Hoje usamos a máquina a favor de nossa criatividade, ou, pelo menos, deveríamos usar.

Coworking oferece mais produtividade

Quando empresas investem em um espaço compartilhado, o chamado Coworking, existe a possibilidade de optar por salas privativas, de acordo com o plano ou serviço contratado. Esses ambientes são ideais para equipes que buscam o máximo de rendimento.

Quem desejar esse nível alto de produtividade, pode adquirir um plano que ofereça a estação fixa, que possibilita ao usuário a escolha do local exato de sua mesa no ambiente do Coworking. Ele pode escolher uma mesa mais “protegida” ou “resguardada”, sem que outro coworker possa utilizá-la durante todo o período do contrato.

Por possuir espaços mais descontraídos, como área de convivência, refeitório e copa, os participantes do Coworking podem se dedicar a manter conversas e interações mais acaloradas em lugares propícios para isso, o que torna o ambiente de trabalho mais organizado e silencioso.

Essa divisão inteligente do espaço é essencial para que a experiência do Coworking seja tão ou mais organizada que um escritório convencional. Acaba sendo um investimento muito melhor do que home office que é velho conhecido pelas distrações incômodas.

Faça os cálculos: A Sou Mais Coworking tem uma ferramenta exclusiva que serve como calculadora para que você possa avaliar a diferença de custo entre a locação de uma Sala Comercial nos moldes tradicionais e a opção por um Espaço em Coworking.

Basta preencher o formulário aqui, nesta página, com os valores médios que você paga ou pretende pagar alugando uma sala comercial, e veja como é mais vantajoso contratar os serviços da Sou Mais Coworking!

Com informações: Coworking Brasil, Rock Content, Administradores.

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