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Tecnoestresse: os males causados pelo excesso de tecnologia

Como a produtividade pode ser prejudicada e quais as dicas para evitar esse mal

Quantas vezes você já checou o Whatsapp hoje? Ou as redes sociais como Facebook e Instagram? Difícil sair de casa sem aquela checada básica no e-mail ou no Trending Topics do Twitter, certo? Afinal, ficamos sedentos por informação à medida que inovações tecnológicas tornaram as ofertas de comunicação mais dinâmicas e instantâneas. Porém, o excesso de tecnologia traz um mal perigoso para o trabalhador, podendo impactar diretamente a produtividade. Nosso blog faz esse alerta, logo a seguir.

Você já ouviu falar sobre tecnoestresse?

O nome parece entregar o significado, que é muito mais abrangente que simplesmente estar viciado em checar dispositivos digitais. Tecnoestresse é um conjunto de diversos males que possuem em comum a sua origem: o excesso do uso da tecnologia.

Conheça alguns dos males provenientes do abuso de meios tecnológicos:

  • Nomofobia: temor de ficar sem acesso a um smartphone;
  • Síndrome de vibrações fantasmas: quando você pensa ter sentido o celular vibrar, mas o aparelho nem está lá;
  • Insônia: a causada pelas telas dos smartphones, ou ansiedade para checar notificações;
  • Selfite: necessidade compulsiva de publicar selfies;
  • Distrações rotineiras: as causadas pelas redes sociais;
  • Vício: em celulares inteligentes.

Pode ser que algum desses males você possa ter identificado no seu comportamento, ou no de algum colega. E, provavelmente, é algo que causa algum incomodo.

Tecnoestresse x produtividade

Todavia, se alguns sintomas ligados ao excesso de tecnologia e ao vício de dispositivos digitais parecem ser bobagem, é bom pensar duas vezes. Uma recente pesquisa feita pela Microsoft com cerca de 20 mil trabalhadores da Europa descobriu que a tecnologia, além de causar estresse, diminui a satisfação no trabalho, o compromisso organizacional e a produtividade.

O estudo apurou que o volume e a persistência dos e-mails, mensagens de texto e posts nas redes sociais causam grande distração e estresse nas pessoas. Outros dados da pesquisa mostram que os líderes de TI aceitam prontamente a necessidade competitiva de disrupção digital, assim como entendem a necessidade de fazer isso da maneira correta.

Todavia, o estudo destaca que fazer isso do jeito certo não é apenas implementar novas maneiras de trabalhar, mas também auxiliar os funcionários que já apresentam o estresse causado pela disrupção digital.

O estudo da Microsoft aponta que apenas uma pequena fração dos entrevistados (11,4%) disse que se sentem altamente produtivos. Como solução, os pesquisadores apontam investir em uma forte cultura digital dentro das empresas. Essa conclusão veio após a pesquisa mostrar que 22% dos funcionários entrevistados, que trabalham em companhias com uma forte cultura digital, afirmaram se sentir altamente produtivos.

Como evitar o tecnoestresse?

Existem algumas formas de evitar ou pelo menos acentuar os males causados pelo excesso de tecnologia. Separamos algumas dicas:

Veja abaixo exemplos de boas práticas de cultura digital para serem adotadas por líderes ou pelos próprios funcionários:

  • Limite o uso do e-mail: antes e após o horário de trabalho, o ideal é não enviar ou responder e-mails;
  • Pesquisas de satisfação: distribua questionários sobre o assunto e, a partir dos resultados, promova ações;
  • Crie foco: prepare o dia de trabalho pensando no fluxo de serviço e apostando na mais alta concentração;
  • Evite smartphones: barrar dispositivos móveis em reuniões pode ser uma boa medida;
  • Faça campanhas: informe aos funcionários as causas e as soluções para o tecnoestresse, incluindo o gerenciamento do uso de redes sociais;
  • Crie pausas: comunique a equipe sobre a importância de fazer pausas, evitando trabalho após horário comercial, inclusive investindo em comunicação pessoal, em vez dos meios digitais.

Coworking: concentração e produtividade

Quando empresas investem em um espaço compartilhado, o chamado Coworking, existe a possibilidade de optar por salas privativas, de acordo com o plano ou serviço contratado. Esses ambientes são ideais para equipes que buscam o máximo de rendimento.

Quem desejar esse nível alto de produtividade, pode adquirir um plano que ofereça a estação fixa, que possibilita ao usuário a escolha do local exato de sua mesa no ambiente do coworking. Ele pode escolher uma mesa mais “protegida” ou “resguardada”, sem que outro coworker possa utilizá-la durante todo o período do contrato.

Por possuir espaços mais descontraídos, como área de convivência, refeitório e copa, os participantes do Coworking podem se dedicar a manter conversas e interações mais acaloradas em lugares propícios para isso, o que se reflete em um ambiente de trabalho mais organizado e silencioso.

Essa divisão inteligente do espaço é essencial para que a experiência do Coworking seja tão ou mais organizada que um escritório convencional.

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O coworking cumpre o papel de agregador de talentos que percebem as transformações comportamentais e corporativas do cotidiano, oportunidades que, além de lucrativas, simbolizam algo muito maior, extrapolando os limites organizacionais e agregando valores e ideias cada vez mais almejados pela sociedade em geral.

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Com informações: IDG Now, Migalhas

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